Descrição
CONTÉM:
1 Santo António Perfumado
1 Vela
2 Marcadores para Livro by Beijinho de Portugal
19.90€
Este ditado traduz a inevitabilidade dos acontecimentos na vida das pessoas, quer a nível pessoal, quer profissional. Utiliza-se para dizer que quando algo acontece, mais cedo ou mais tarde a história se repete.
Santo Antonio, Padroeiro de Lisboa? Padroeiro principal de Lisboa e de Portugal em segundo, é um dos santos que mais cativa o coração, o carinho e a devoção do povo cristão.
Protector da família, dos objectos perdidos e dos bons casamentos, intercessor entre os homens e a divindade, poderoso santo milagreiro, Santo António faz parte do património identitário e cultural arquivado na memória e tradição portuguesas, cuja presença se expressa de variadíssimas formas, quer pela devoção e festas em sua honra por todo o mundo, quer pelas cores, capazes de influenciar o humor, as emoções e o comportamento das pessoas.
Santo António sempre foi representado vestido de franciscano, quase sempre de pé. Na mão esquerda é colocado um lírio, sugerindo a pureza e castidade. Na outra o Menino Jesus, expressão do seu amor por Deus Menino. De cor branca, associado à paz e à verdade, de vermelho à vida e força e de azul à tranquilidade e harmonia.
É conhecido, amado e invocado pelo povo humilde, que vislumbrou nele o distribuidor dos tesouros celestiais e o protector dos interesses dos pobres.
Beijinho de Portugal. Não dá quem tem, dá quem quer bem.
CONTÉM:
1 Santo António Perfumado
1 Vela
2 Marcadores para Livro by Beijinho de Portugal
| Peso | 0.5 kg |
|---|---|
| Cor | Amarelo (Aroma Baunilha Aveludada), Azul (Aroma Lavanda Imperial), Branco (Aroma Flores Silvestres), Laranja (Aroma Madeira Perfumada), Vermelho (Aroma Orquidea Insular) |
A cerâmica é um marco inconfundível da cultura portuguesa. É um elemento que se prolonga há já muitos séculos e que perdura até aos dias de hoje.
A Beijinho de Portugal explora os valores e os costumes portugueses inerentes e transforma-os em peças artesanais únicas e exclusivas, de modo a modernizar e pragmatizar toda esta tradição.
Tal como a argila se transforma em peças peculiares, também nós nos transformamos no resultado de um trabalho manual único e admirável, que se afirmou inegavelmente num ícone cultural português.
Beijinho de Portugal. Não dá quem tem, dá quem quer bem.
Os Lenços dos Namorados eram, originalmente, bordados em pano de linho branco por raparigas apaixonadas, escrevendo nos mesmos mensagens de amor e depois entregando-os aos seus amados para conquista-los. Era a atitude de este usar publicamente ou não o lenço que decidia o namoro. Além disso, eram também oferecidos, pelas raparigas que já tinham par, aos seus companheiros como forma de lembrança quando estes partiam rumo ao mar.
É precisamente este sentimento de afeto e tradiçãoo que se materializa quer na cor das velas, cor da paixão e do amor, quer no místico número 3, que simboliza o equilíbrio, criando uma harmonia entre as memórias do passado, os costumes do presente e as tendências do futuro. Aliado a tudo isto, uma vela especial de massagem que serve como íntima união entre os corpos e as mentes do casal.
Beijinho de Portugal. Não dá quem tem, dá quem quer bem.
Os enchidos fazem parte da tradição gastronómica portuguesa… A celebração do “dia da matança” remonta há muitos anos atrás, quando, nos meios rurais, as famílias e amigos se juntavam e preparavam as carnes, o sangue e as tripas para o fabrico dos enchidos que haveriam de servir como sustento para o resto do ano.
Esta festa era um motivo de partilha e confraternidade, onde as experiências e segredos das receitas passavam de geração em geração.
Dando continuidade a estes valores, juntamos neste pack especial o sabor único dos enchidos portugueses com uma peça exclusiva e original feita em cerâmica artesanal que serve como complemento perfeito para servir este petisco.
Beijinho de Portugal. Não dá quem tem, dá quem quer bem.
Carinhosamente chamada de Ginjinha… o Licor de Ginja d’Óbidos “Vila das Rainhas” é uma bebida licorosa obtida a partir da maceração prolongada do fruto, muito popular em Lisboa, Óbidos, Alcobaça e Algarve, quer por visitantes, quer por moradores. A receita atual do licor inspira-se em receitas antigas dos monges de Cister, usando apenas produtos naturais, sem quaisquer conservantes artificiais.
“Colocam-se dentro de um castelo rodeado de muralhas os seguintes ingredientes: 11 igrejas; um número significativo de casas caiadas de branco com as barras de várias cores; umas quantas chaminés mouriscas; 2 dúzias de ruas empedradas; 1/2 dúzia de largos e um pelourinho. Mexe-se continuadamente e vai-se polvilhando com flores. Após criar uma certa consistência, adiciona-se um conjunto de tradições que baste e uns quantos atos históricos a gosto.
Agita-se finalmente muito bem e deixa-se repousar durante oito séculos. Deve beber-se no local próprio, com elas ou sem elas, à temperatura ambiente.”, com amigos em momentos de diversão ou de relaxamento.
Beijinho de Portugal. Não dá quem tem, dá quem quer bem.